16 de setembro de 2026
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Mato Grosso do Sul antecipa metas e consolida universalização do saneamento em 49 municípios

Saneamento em Ponta Pora Foto Bruno Rezende 11 1536x1024

Mato Grosso do Sul acelera o passo para se tornar referência nacional em infraestrutura básica. Com frentes de trabalho ativas em 49 municípios, o Governo do Estado, por meio da Sanesul, executa um cronograma robusto de 49 obras estratégicas, sendo 36 voltadas à rede de esgoto e 13 à ampliação do sistema de abastecimento de água tratada.

O objetivo é audacioso: antecipar as metas do Novo Marco Legal do Saneamento, previstas para 2033. Atualmente, o Estado já universalizou o fornecimento de água nas 68 cidades atendidas pela companhia, enquanto a cobertura de esgoto saltou para 75,15%.

Esgotamento Sanitário: O Caminho para a Universalização

A expansão da rede de esgoto ocorre em duas frentes complementares, unindo o investimento estatal direto e a eficiência da iniciativa privada via Parceria Público-Privada (PPP) com a Ambiental MS Pantanal.

  • Modelo de Gestão: Atualmente, 26 cidades recebem intervenções via PPP (como Amambai, Maracaju, Nova Andradina e Sidrolândia), enquanto a Sanesul conduz diretamente 21 contratos em 17 municípios, incluindo polos como Dourados e Três Lagoas.
  • Resultados Recentes: Apenas em 2025, o Estado concluiu 24 contratos de esgotamento em 16 localidades, reforçando o caráter “municipalista” da gestão atual.

“Saneamento é uma política pública estruturante. Cada obra entregue representa mais saúde, preservação ambiental e dignidade para a população”, afirma Renato Marcílio, diretor-presidente da Sanesul.

Segurança Hídrica: Investimento Contínuo em 2026

Embora o abastecimento de água já seja universalizado, o governo mantém o pé no acelerador em 2026 para garantir a resiliência do sistema frente ao crescimento urbano e aos períodos de estiagem prolongada. Estão em curso 17 contratos distribuídos por 13 cidades, entre elas Ponta Porã, Chapadão do Sul e Ribas do Rio Pardo.

As frentes de trabalho focam em:

  1. Perfuração de novos poços: Essencial para manter o volume de captação.
  2. Modernização de Estações de Tratamento (ETAs): Garantia de qualidade e redução de perdas.
  3. Ampliação de Reservatórios: Estratégia para evitar desabastecimentos em horários de pico.

Impacto Direto na Saúde e Meio Ambiente

Os números do saneamento em Mato Grosso do Sul refletem diretamente na qualidade de vida. A expansão da rede de esgoto é um dos principais vetores para a redução de doenças de veiculação hídrica e para a proteção dos mananciais do Estado, evitando a poluição de rios e córregos.

Com a meta de finalizar a universalização plena muito antes do prazo federal, o Estado se posiciona na vanguarda do setor. “Investir em água e esgoto é investir no futuro de Mato Grosso do Sul”, reforça Marcílio.

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