
O Carnaval de 2026 na Capital terá uma operação integrada inédita para garantir que a festa de mais de 100 mil pessoas ocorra com máxima segurança. Em coletiva no MIS, representantes da Polícia Militar, Defensoria Pública e coletivos sociais detalharam o plano que une policiamento ostensivo e combate rigoroso a violações de direitos.
A estratégia de segurança repete modelos de sucesso anteriores, com o fechamento de perímetros, revistas preventivas e a proibição de objetos cortantes. Além do policiamento convencional, o Batalhão de Choque e a Cavalaria atuarão no entorno dos eventos para prevenir crimes e garantir a fluidez da dispersão.
Segurança e Direitos Humanos
O diferencial deste ano é o foco na proteção social e no combate ao assédio:
- Policiamento Móvel: Cerca de 180 policiais militares estarão nas ruas em cada noite de folia.
- Plantão da Defensoria: O Núcleo Criminal da Defensoria Pública distribuirá materiais informativos com contatos diretos para denúncias de violação de direitos e abusos.
- Combate ao Assédio: Coletivos feministas e de blocos independentes trabalham em parceria com o Estado para conscientizar o público e acolher vítimas de importunação sexual.
“Estamos em um momento de planejamento robusto. Já definimos o efetivo para todas as noites, com foco tanto no policiamento montado quanto no apoio especializado do Choque”, afirmou o Coronel Emerson de Almeida Vicente, comandante do Policiamento Metropolitano.
Para Karla Valeska, representante dos blocos independentes, a união entre a segurança pública e os movimentos sociais é fundamental para transformar a folia em um espaço de liberdade com responsabilidade.
Editado por Roberta Cáceres

